Tudo começou com uma conversa despretensiosa entre amigas onde ela me pediu pra guardar segredo sobre uma vontade que ela tinha e que era muito vergonhoso e após algumas mensagens apagadas e eu fingindo não saber do que se tratava acertei a chute, ela queria provar uma mulher, prontamente me ofereci, como amiga senti que seria uma experiência, no mínimo, divertida.Combinamos a logística e no dia seguinte a busquei no aeroporto, estava chegando de viagem.Chegamos na casa do namorado dela que não estava e nos deixou ficar lá a vontade, cheguei um pouco nervosa, tomei água e ela sentada no braço do sofá igualmente nervosa, tomei a água e ela com um pé não chão e o outro no sofá me olhava meio sem jeito, não contive meu ímpeto, me aproximei e a beijei, beijo gostoso, molhado, intenso, desengonçadamente a puxei para sentar de frente a mim no sofá, o corpo dela estava quente e sabíamos que havia muito tesao desde o primeiro tocar de lábios, falei:-vamos pro quarto, quase sem voz de tanta vontade, ela tomou um banho e quando saiu eu a segui até a porta do quarto, fiquei de pé assistindo ela passar hidratante por todo corpo perfeitamente bronzeado, de vez em quando a toalha descobria uma parte outra e eu a devorava com os olhos, muito excitada e encharcada só de olhar pra ela subimos cama e ela de toalha ainda...Nos beijamos com muita intensidade, o corpo dela totalmente entregue, desci lambendo o pescoço, colo, até chegar nos seios, mordisquei o bico e já estava louca pra chegar logo na buceta que a essa hora já estava muito molhada, desci lambendo tudo, entre os seios até a virilha, mordi tudo ao redor e sentia o calor do sexo dela no meu rosto, não aguentava mais e chupei ela com muita sede, ela respondeu com uma envergada e um gemido delicioso e abafado, eu fiz uma pausa e voltei a beija-la, ela abriu meu cinto e eu tirei toda minha roupa, ela chupou meus seios, eu já estava tonta de prazer e coloquei a mão dela em mim, sentiu o quanto eu estava molhada, deitei de frente e ela começou a me chupar, q minha visão era ela de quatro me chupando, a bunda pro alto, a meia luz...ficamos nessa troca de prazeres por um tempo e ela veio por cima na posição tesoura, nossos sexos se tocando num ritmo delicioso, a deitei e voltei a chupa-lá penetrando com os dedos, sentindo toda a reação interna do prazer dela, trocamos algumas vezes de posição, não queria que ela gozasse logo, estava adorando chupar aquela buceta, continuamos até que senti o corpo dela colapsar de prazer entre meus lábios e dedos, deitei meu corpo em cima do dela e senti os espasmos do orgasmo com ela....descansamos um pouco mas ela ainda queria me satisfazer, me tocou com os dedos de várias formas até que gozei tão intensamente que senti espasmos por alguns segundos, sorri e relaxei cada músculo do meu corpo, queria de novo, de novo e de novo, mas o namorado dela chegou
Epiderme
domingo, 31 de janeiro de 2021
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Boa Sorte
O medo de me amar
Me precipitou pra outro lugar
O jeito de me enxergar, bem nos olhos
Me embaralhou, me prendeu e me soltou
Meu silêncio contigo foi conforto e abrigo
Mãos molhadas cingiam meu apego
Desmantelou minhas certezas e no fim
As devolveu com a melhor sutileza
Me precipitou pra outro lugar
O jeito de me enxergar, bem nos olhos
Me embaralhou, me prendeu e me soltou
Meu silêncio contigo foi conforto e abrigo
Mãos molhadas cingiam meu apego
Desmantelou minhas certezas e no fim
As devolveu com a melhor sutileza
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Cantina
e elas vem
mais de cem
vem sozinhas
vem em duplas
vem rebolantes
gingantes, toda dura
cansadas
dispostas
abertas, tranquilas
bregas, sutis
umas tristes, outras vis
arrogantes, arrojadas
umas leves, outras pesadas
algumas cantantes, outras voando
celulares no ouvido, no bolso, na bolsa
algumas querem, outras nem tentam
loira, ruiva, amarela, branca e preta
berço de ouro, favela encruada
perna grossa, perna curta, perna torta, perna cabeluda
olham pros lados, não olham pra nada
boca crua, boca seca, boca selada, boca sedenta
sotaques, gagueira, rouquidão
mãos vazias, mãos agitadas, mãos sem unhas, mãos enrugadas
me apaixonei por várias
mas só sorri pra você
mais de cem
vem sozinhas
vem em duplas
vem rebolantes
gingantes, toda dura
cansadas
dispostas
abertas, tranquilas
bregas, sutis
umas tristes, outras vis
arrogantes, arrojadas
umas leves, outras pesadas
algumas cantantes, outras voando
celulares no ouvido, no bolso, na bolsa
algumas querem, outras nem tentam
loira, ruiva, amarela, branca e preta
berço de ouro, favela encruada
perna grossa, perna curta, perna torta, perna cabeluda
olham pros lados, não olham pra nada
boca crua, boca seca, boca selada, boca sedenta
sotaques, gagueira, rouquidão
mãos vazias, mãos agitadas, mãos sem unhas, mãos enrugadas
me apaixonei por várias
mas só sorri pra você
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Endurecida
raiva de você que fala que desistiu de nós, que não fuça mais minha intimidade virtual
raiva de saber que é verdade e que grande parte disso tudo é culpa minha, não concordo, não é culpa minha, como dói, dói tanto que as lágrimas sofrem para sair
vou me jogar dessa sacada, se pelo menos eu fumasse estaria com um cigarro aceso entre meus dedos, mais calma e a cena seria mais bonita, me distrairia, mas tudo que vejo é uma janela clara do prédio em frente com algum infeliz acordado aquela hora, não me jogaria, amo viver
não venha me buscar, não quero que me veja fraca...
agora quero que venha me consolar, dizer que vai tentar novamente, que vamos conseguir, que ainda me ama, que me deseja como antes, não como no inicio, mas como no meio e mais uma vez me vejo na musica grand hotel
tento calar o choro e não consigo, tento chorar tudo de uma vez e não consigo, o choro tem seu ritmo, seu tempo...
por que me busca? quero ficar sozinha, quero ver o que acontece... me leva pra cama, não diz nada mas o calor de seu corpo me acalenta e aos poucos sei que não é só fraternal é pra sempre e é quente.
domingo, 15 de janeiro de 2012
sem ver nem pra que
e você que tinha tanto medo de não ser amada
você que tinha tanto medo de não ser desejada
que tinha tanto medo de não ser a única
tinha tanto medo de ser deixada
você esqueceu de temer não mais amar
esqueceu de temer não mais desejar
não temeu o fim vindo de você
nem sequer se deu conta que nada mais existia
de tanto temer que um dia te deixaria.
domingo, 13 de março de 2011
terça-feira, 5 de outubro de 2010
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